top of page

   A exposição à cannabis pode ser direta ou passiva. Mesmo dentro destas duas classificações podemos encontrar diversas vias de consumo. Entre as principais vias de administração destaca-se a inalatória, através do uso de cigarros, sendo a via mais comum, muitas vezes misturada com tabaco, ou cachimbos de água, e a oral, através da comida e infusões (Mergel, M., 2011). A cannabis fumada atua mais rápido que a ingerida, porém os efeitos da ingerida persistem durante mais tempo, dependendo da dose (Baggio, S. et al, 2014).

Modo de Exposição

Figura 2: Via inalatória através do uso de cigarros[1], via oral através de brownies[2] e através de infusões[3].

Referências:

 

  • Baggio, S., Deline, S., Studer, J., Mohler-Kuo, M., Daeppen, J. B., & Gmel, G. (2014). Routes of administration of cannabis used for nonmedical purposes and associations with patterns of drug use. Journal of Adolescent Health, 54(2), 235-240.

  • Goldfrank, L., Hoffman, R., Lewin, N. et al (2011). Toxicologic emergencies. 9th ed. New York, N.Y.: McGraw-Hill Medical, p.1181.

  • Mergel, M. (2011). Marijuana - Toxipedia. Toxipedia.org. Disponível em: http://toxipedia.org/display/toxipedia/Marijuana (consultado a 22/04/2017)

  • Metz, T. D., & Stickrath, E. H. (2015). Marijuana use in pregnancy and lactation: a review of the evidence. American journal of obstetrics and gynecology, 213(6), 761-778.

[1] - http://www.lne.es/sociedad-cultura/2015/11/13/falsos-mitos-marihuana/1841142.html (consultado a 22/04/2017)

[2] - https://www.zambeza.com/blog-the-ultimate-marijuana-space-cake-recipe-n12 (consultado a 22/04/2017)

[3] - https://www.zambeza.com/blog-how-to-make-marijuana-infused-tea-n55 (consultado a 22/04/2017)

   A exposição passiva ocorre quando não fumadores estão em contacto com o ar, em locais pouco arejados, onde se está a fumar ou onde se fumou ativamente (Goldfrank, L. et al, 2011). Pode, ainda, ocorrer através da placenta ou da amamentação e estima-se que a criança é exposta a 0,8% da exposição a que a mãe esteve sujeita (Metz, T. D. et al, 2015).

  Os autores deste trabalho, Ana Catarina da Silva Pacheco, nº 201306376, Gonçalo António Pereira Reis, nº 201306457, e Patrícia da Conceição Vilas-Boas Alves, nº 201306311, estudantes do MICF da Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto, declaram ter atuado com absoluta integridade na elaboração desta monografia.

  Nesse sentido, confirmamos que NÃO incorremos em plágio (ato pelo qual um indivíduo, mesmo por omissão, assume a autoria de um determinado trabalho intelectual ou partes dele). Mais declaramos que todas as frases que retiramos de trabalhos anteriores pertencentes a outros autores foram referenciadas ou redigidas com novas palavras, tendo neste caso colocado a citação da fonte bibliográfica.

bottom of page